domingo, 31 de Maio de 2009
aKeWaH_nInAh_WiNdAh_Ki_GoXtAh_DeWe kikiki ahahah *** @@@@@ *** (L'
Repugnam-me as pessoas que envergam estes belos... nem sei o que lhes chamar... como nick no msn ou o que valha.
E como se já não bastasse o tamanho daquela merda, ainda escrevem metade da vida delas a seguir.
Porque o meu círculo de conhecidos divide-se em três sub-grupos:
os que foram atrás da carneirada
os que evoluíram por si
e os que não passaram da cepa torta
A estes últimos, eu vou deletar e excluir do meu orkut e ainda bloquear no éme-ésse-éne.
Chamem-me preconceituosa, racista e outros que tais, que eu não quero saber.
sábado, 30 de Maio de 2009
Em ansiosa contagem decrescente para o Outono
Mas antes ainda quero o início do Julho e o fim do Agosto para ir córtir os festivais.
De maneiras que é assim, adiantam-me o tempo até dia 10 de Julho, deixam-no ficar aí durante uns diazinhos sempre em repeat, depois avançam até vintes e noves de Agosto e deixam-no correr até ao fim daquela cena que se chama Paredes de Coura ou lá o que é.
E depois podem chamar o Outono depressinha porque eu sinceramente já estou farta deste Verão antecipado.
as pessoas na rua acotovelam-se e torcem-se para poderem passar
e fazem um esgar de nojo frente aos outros
e correm gritam correm grunhem
e são mal educadas e ordinárias
encardidas e suadas também
as pessoas são nojentas
e muito estúpidas
e pequeninas
não gosto
um cú
delas
pouco
mêmo
nada
bah
.
Loud and clear
Já está é sempre muito sol aos fins-de-semana para o meu gosto.
Portanto vê lá se te acalmas ou eu vou ter de me chatear, ouvistes, deus?
30/05/2009 às 23.30h
Tenho a temperatura do corpo tão elevada(*) que quando me deito na minha cama vestida de lençóis frios (a cama, não eu) eles se desfazem, tal não é a queimadura que apanham.
(*)- Só disse temperatura do corpo elevada para não dizer estou tão quente, senão isto depois tomava proporções um tanto ou quanto eróticas e toda a gente sabe que isto é um blog sério.
sexta-feira, 29 de Maio de 2009
De uma vez por todas, minha gente!
Não é pasniscas nem panilhas nem panislhas nem panhonhas nem paninhas, é pasnisgas, foda-se!
quinta-feira, 28 de Maio de 2009
(...don't...)
hey, teacher... leave the kid alone!
Acho que nunca nenhuma música dos Pink Floyd se adequou tão bem a mim.
quarta-feira, 27 de Maio de 2009
terça-feira, 26 de Maio de 2009
(Kind of) Guilty Pleasure
Casava-me com ele só para lhe pedir que me cantasse ao ouvido a Strange Kind Of Love, todas as noites, antes de adormecer.
Paranoid 8
Sou capaz de sacar discografias que já tinha simplesmente porque não as tenho organizadas por álbuns.
E ir ver à net dá um trabalhão do c...
... isso.
domingo, 24 de Maio de 2009
sábado, 23 de Maio de 2009
Canção do medo
Estou desde que cheguei a casa (há quase três horas, portanto) a suspirar fundo e a ter um ataque nervoso porque quero pedir à minha mãe para sair hoje à noite e como sei que quase de certeza não me vai deixar não estou mental nem psicologicamente preparada para ouvir um não e um ralhete logo de seguida.
Mas mesmo assim acho que vou arriscar.
Ou não.
Não sei.
Depois conto.
É ao lado

Porque é que quando eu vou ao Google procurar sobre este senhor acima, só me aparecem coisas sobre MouRinho e não sobre MouTinho?
Haja paciência para o melhor do mundo...
Paranoid 7
Quando ando sozinha na rua e começa a chover, sejam pequenos pingos ou grandes enchurradas, deixo-me ficar e até abrando o passo.
Gosto de sentir os pingos tocarem-me a pele e de me arrepiar com eles. Gosto de sacudir o cabelo desalinhado e molhado pela chuva e de ficar sem fôlego quando inevitavelmente me protejo dela.
Gosto de sentir a água percorrer-me o rosto até aos lábios.
Gosto, ponto final.
sexta-feira, 22 de Maio de 2009
Punch in the eye
Ontem, eram aí à volta de umas três da tarde, mais coisa menos coisa, aconteceu um acontecimento que me deixou estática. Não pela irreverência ou grandiosidade do dito, mas simplesmente pelo facto de já não assistir a uma cena daquelas há, vamos lá ver, uns bons anos.
Acontece que, enquanto jogava ao UNO, duas moçoilas trocavam hostis galhardetes como se de gente grande se tratasse.
Acontece, também, que uma rajada de vento trespassou as cartas e as fez rebolar em rodopios pelo cimento já gasto do chão. Acontece, ainda, que as ditas cartas se afastaram não mais de dois metros de mim e, posterior e obviamente, eu levanto-me para as trazer de volta à réstia de baralho que permaneceu intacta pela brisa selvagem que havia atacado suas semelhantes.
Qual não é o meu espanto quando, inocentemente, levanto os olhos outrora colados ao chão e os direcciono para as moças que já aqui referi.
Qual não é, também, o meu espanto quando a visão que tenho é a de a rapariga maior estar a espetar uma valente bordoada nas trombas da outra. Uma bordoada mas uma senhora bordoada. Uma grande, mesmo muito grande, bor-do-a-da. Juntamente com um plóck abafado, que foi precisamente o som que fez o encosto violento de uma mão cerrada na cara da pequena bolinha, vulgo rapariga-baixa-e-vírgula-vamos-lá-vírgula-um-bocado-gorda, barulho esse que se propagou num raio de dez metros, no mínimo.
Desviei o olhar, recolhi todas as cartas, levantei-me, virei-me de costas para elas e desmanchei-me a rir que nem uma perdida.
Depois tornei a voltar-me para as ditas rapariguitas e ri-me para elas, ou delas, ou na cara delas, nem sei.
Pessoas há que dizem ter ouvido o tal plóck no refeitório, três minutos depois de ele ter sido proferido.
Eu desconfio, aprendi a fazê-lo aos sete anos num jogo de cartas, e desconfio sempre.
Só não desconfiei quando me disseram que a pequena bolinha não viria à escola hoje por ter o olho esquerdo semelhante a uma batata doce.
Fiz bem.
terça-feira, 19 de Maio de 2009
domingo, 17 de Maio de 2009
Die explosion
Expludo, qual balão sem espaço para aguentar mais ar. Embora o caso seja o oposto, visto que o sentimento que mastigo amargamente é parecido com a falta dele.
Tanta vez me vi sem fôlego, sem um mínimo de oxigénio que me enchesse o peito.
E agora expludo, cheia da necessidade de o ter.
Colam-se as costas ao peito, parto para outro lugar, estalam bombas.
Expludo.
Não gosto dos fins-de-semana de sol
Primeiro não gosto dos fins-de-semana, ponto. Porque tenho de me levantar com as galinhas, quiçá até mais cedo - nos tempos que correm já não sei bem a que horas se levantam os seres dessa espécie - para ir trabalhar, e isso é coisa que comigo não encaixa. Porque sendo eu uma pessoa que preza as saídas, folias, reinações e estados de alcoolismo de fim-de-semana, ter de me levantar a essas belas horas da madrugada, de ressaca e ainda meio tocada, custa, dói e enche-me os olhos de areia e formigas. Porque chego ao dito burgo sempre cheia de fome e dá-me para amarfanhar tudo o que vejo à frente e que se possa comer e mesmo assim fico com um grande buraco do ozono no estômago. E porque em menos de meia hora emborco litro e meio de água porque estou seca, seca, seca e passo o dia a fazer xixi às mijinhas.
Depois não gosto dos fins-de-semana de sol, vírgula. Porque anda sempre muita gente esfomeada e com sede de café pelas ruas e, vá-se lá saber porquê, vai tudo parar ao bendito estabelecimentozinho onde eu trabalho. Porque, como já disse, anda sempre muita gente na rua e eu dou-me mal com isso, fico com urticária e papos de galinha porque quero andar pelo passeio sem ter de me desviar três metros do habitual caminho que percorro e não consigo porque as bestas insistem em parar à conversa mesmo no meio do laranjal. Porque a praia que vive mesmo em frente ao café onde eu trabalho começa a chamar por mim feita parva e mesmo que eu lhe diga milhentas vezes que não posso ir porque estou a trabalhar, ela não se cala e até é capaz de enviar cúmplices para me virem azucrinar o juízo com bocas do tipo "então Márcia, não queres vir à praia? Só dar um passeiozinho, que a água está geladita e nem sabe bem andar por lá a mergulhar feito saloio. Anda lá, hum?". Vezes há em que eu respondo um grande "epa vai po caralho" (à praia, claro! Que eu não trato assim as pessoas!) mas a ursa de merda continua ali especada à minha espera.
Não gosto dos fins-de-semana de sol porque, consequentemente, há calor e a minha linda farda faz-me derreter que nem manteiga no Verão. Porque me aparecem sempre aventesmas stressadas e cheias de pressa a pedir bitoques e outros que tais, como se aquilo fosse água e estivessem prestes a desidratar. Porque ando a manhã toda cheia de sono e quando já estou mais ou menos desperta, sento-me para almoçar e isso, ui, é a morte do artista.
Não gosto dos fins-de-semana de sol, ponto final, e nem há parágrafo para dar continuação. Já chega de queixumes que isto só me faz mal ao fígado.
Ridiculous thoughts
Ele é bonito, espalha charme e perfume por onde passa, veste bem e tem uma voz melodiosa que dá gosto ouvir.
Porém, hoje, à conversa comigo, tropeçou num "e agente fomejenterrar o bicho".
Estragou tudo, e tornou-se num gajo como qualquer outro.
sábado, 16 de Maio de 2009
Maso
'quisto até mete nojo.
Eu devo ter uma qualquer tendência para me auto-flagelar.
Ataco-me com incessantes ciclos viciosos de sons mórbidos e atafulhados de tudo o que tento não precisar.
E não me canso.
É preferível matarem-me à colherada ou espetarem-me continuamente garfos no olho esquerdo, sempre dava mais prazer.
Digo eu.
Há já muito tempo que nesta latrina...
... não se sabia o que era acordar sóbria e sem ressaca a um Sábado de manhã para ir trabalhar.
E confesso que prefiro o oposto.
A sério
que vou deixar de ouvir certas músicas que me trazem de volta tudo o que pensava já ter afogado nem que fosse com carradas de álcool.
É melhor assim.
Senão começam bichos a roer-me lentamente e a morder cada pedaço que ainda resta de um coração... felpudo.
E à medida que roem e mordiscam, ressuscitam (-me), e isso é coisa que, agora, não faz falta nenhuma.
sexta-feira, 15 de Maio de 2009
?
Não percebo porque é que, mesmo tendo as etiquetas activas, elas insistem em não aparecer debaixo de cada post.
Se alguém souber, agradecia...
Bad obsession
Eu não ia dizer nada, mas na passada quarta-feira comprei um perfume igual ao do...
... isso.
segunda-feira, 11 de Maio de 2009
The line begins to blur
Há uma rodela de limão dentro de um copo cheio com sumo, e nem o peso do seu corpo molhado o leva ao fundo.
Subsiste à força que o deveria afundar num oceano laranja e frio.
Há uma palhinha que o empurra para baixo, mas ele volta à superfície e continua a boiar.
Navega calmamente, como se nada o atingisse, descendo, lento, até ao fundo do copo, à medida que o sumo vai sendo sugado por lábios secos e sedentos.
Mantém-se, sempre, à tona do líquido que o abraça e o tenta esconder. Vence tudo, sem fazer coisa alguma.
E quando já nada existe à sua volta, deixa-se ir, colando-se ao vidro húmido e gelado. Funde-se com o fundo, e adormece lá.
Já não há nada que o faça manter-se à superfície.
domingo, 10 de Maio de 2009
Dos pleonasmos
"Ele estava ali a sentir a maresia do mar(...)."
E depois subiu para cima, naquela ruazinha estreita e fininha, até chegar ao pé de um armazém onde se podia ler uma placa a informar que era proibido fazer barulho sonoro.
Fundamentally loathsome
Natural e incessantemente insatisfeita, perco-me no vazio abundante que me enche o peito de nada.
Se tenho, quero mais. Se tenho esse mais, cobiço ainda mais o mais, porque sou como uma drogada da vida. Viciei-me no júbilo de alcançar, amo a repetição em círculo de um prazer atingido.
Atropelo-me, sedenta de uma qualquer coisa que, mesmo já a tendo, quero ampliar. Sinto essa necessidade, afogo-me se não o fizer.
Mato-me aos poucos, porque nem sempre me ultrapasso, e encerro ainda mais em mim a frustração de um ser insatisfeito.
Num contínuo pára-arranca, vai-não vai e volta-atrás, a gastar ideias e a queimar pedaços de um eu cada vez mais oco.
Natural e incessantemente insatisfeita, adormeço num sonho mórbido, abraçando o corpo dormente que jaz em mim, num canto morno e apaziguador.
quarta-feira, 6 de Maio de 2009
Acho que podiamos ser felizes
Tu gostas, eu também.
Tu bebes, eu também.
Tu ris, eu também.
Tu és, eu também.
Eu falo, tu também.
Eu digo, tu também.
Eu quero, tu também.
Eu tu, tu eu.
Nós.
Pois...
sábado, 2 de Maio de 2009
Drunk tank
A beleza dos meus olhos é proporcional ao tamanho da ressaca que eu tiver.
Portanto posso dizer-vos que hoje os meus olhos estão tão lindos tão lindos tão lindos que até tenho medo que mos roubem.
isto é um post mal escrito e sem interesse - ou "ressaca"
Tenho de me levantar da cadeira para me ir embora trabalhar, mas não me consigo descolar dela.
Há um íman qualquer que me prende aqui.
Estou tão dormente, nem me sinto.
Tenho a boca seca, como se trinta sanguessugas me chupassem a saliva.
Se fechar os olhos morro.
Acordem-me quando isto tiver passado.
Gafe do dia
"O Sol é uma estrela com vida própria."
Há pessoas que não o conseguem ser. Um aplauso ao Sol, se faz favor.



